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Os ditadores: a Alemanha de Hitler e a…
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Os ditadores: a Alemanha de Hitler e a Russia de Estaline (édition 2005)

par Richard, Overy, Vitor Hugo, Antunes, Lidia, Freitas, Maria do Mar Liz

MembresCritiquesPopularitéÉvaluation moyenneDiscussions
313,423,210 (4.5)Aucun
Membre:CMBras
Titre:Os ditadores: a Alemanha de Hitler e a Russia de Estaline
Auteurs:Richard, Overy
Autres auteurs:Vitor Hugo, Antunes, Lidia, Freitas, Maria do Mar Liz
Info:Lisboa, Bertrand,, 2005
Collections:Votre bibliothèque, Política, Digitalizado
Évaluation:****
Mots-clés:História, Política, Nazismo, Comunismo, Hitler, Estaline

Détails de l'œuvre

Os Ditadores - A Alemanha de Hitler e a Rússia de Estaline (Portuguese) par Richard Overy

Récemment ajouté parCMBras, MCDR, ManVictorio
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Nesta obra são comparadas as ditaduras de Estaline e de Hitler, mostrando como apesar de serem completamente diferentes no ideário político e no ideal social, acabam por ser gémeas na metodologia utilizada para alcançar as finalidades das utopias propostas. Portanto, a obra é uma comparação das práticas de ambas as ditaduras ou seja, daquilo que tinham de semelhante e não uma comparação do seu ideário, que era justamente o que as afastava.
As democracias liberais estão ausentes desta comparação. Presume-se que não seriam comparáveis a ditaduras deste tipo. Porém, em certos momentos da leitura desta obra, somos levados a crer que o êxito de ambas as ditaduras também se deveu às fragilidades e problemas do liberalismo, questões que tão prementes são no início do século XXI.
Tipicamente referem-se os aspectos mais sombrios e negativos do comunismo (ausência de melhoria das condições de vida da população, repressão severa, gulag) e do nazismo (II Guerra Mundial holocausto), esquecendo os aspectos positivos que ambos os sistemas também possuíam, pois tais aspectos coincidem com o lado negro do sistema capitalista em que vivemos, sistema duplamente vencedor: primeiro sobre o nazismo na II Guerra Mundial, depois sobre o comunismo na guerra-fria. Talvez o sistema capitalista venha a sucumbir perante um adversário ainda mais terrível: a sua ambição desmesurada!
A experiência soviética foi um fracasso; caiu de madura ao fim de 70 anos. Porém, se tal experiência tivesse ocorrido num país mais desenvolvido, como a França, o Reino Unido ou mesmo a Alemanha, talvez tivéssemos assistido a um êxito semelhante ao da Revolução Francesa de 1789.
Aliás, foi exactamente isso que sucedeu com o nazismo, regime que teve o apoio da generalidade da população, porque elegeu um inimigo comum, um alvo a abater. Tal estratégia tem vindo a ser utilizada regularmente desde o final da II Guerra Mundial pelos democráticos EUA, de modo a garantir a sua coesão interna. Em termos estritamente internos, o nazismo aparece como melhor regime para a maioria da população do que o liberalismo burguês, daí o êxito rapidamente alcançado.
É melhor ter uma utopia, mesmo impossível de alcançar ou até mesmo errada, do que não ter nenhuma ideia para além da ganância dos governantes e elites libérias.
A questão religiosa da URSS é abordada da página 315 à 324 e na Alemanha da página 324 à 334.
A ideia de ser auto-suficiente em produções estratégicas, para que não ficassem refém do capitalismo internacional, parece-me uma política económica lúcida e sóbria. Tal política apesar de completamente esquecida nestes tempos de capitalismo global, foi seguida por ambas as ditaduras, conscientes que eram do verdadeiro interesse nacional. Afinal, a economia também pode servir para enriquecer o Estado e toda a Nação e não apenas alguns indivíduos.
Os capítulos sobre a guerra têm abordagens originais e interessantes. Pareceu-me, no entanto, que os apoios americano e inglês à URSS não foram suficientemente valorizados.
Mesmo os campos de concentração, com todos os horrores que lhe estão associados, tanto faz serem alemães ou soviéticos, tem um lado positivo e que as democracias liberais deveriam seguir: não permitir que os cidadãos honestos, trabalhadores e contribuintes, sustentem a escória que se encontra presa: estes têm de merecer o seu sustento. Afinal, foram presos para serem castigados pelos seus crimes contra a sociedade.
O capítulo sobre os campos é impressionante; a humanidade no seu pior! É bizarro como em ambos os regimes ser dissidente era punido com maior rigor, do que o eram os verdadeiros criminosos. Apesar de tudo, talvez porque se destinavam a compatriotas, os campos soviéticos foram menos cruéis e letais do que os campos alemães, ou talvez porque aqui predominasse a ideia do castigo e ali a ideia da exploração da mão-de-obra.
Na conclusão, o autor defende que as ditaduras eram demasiado semelhantes para se poderem tolerar mutuamente. A chave desta ideia é posta na pena soviética de Valentim Berezkhov, de visita a Berlim disse que sentia ali como em casa. ( )
  CMBras | Jan 23, 2021 |
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